A Turquia volta a disputar a Copa do Mundo após 24 anos e integra o grupo D, reunindo EUA, Paraguai e Austrália. A missão do técnico Vincenzo Montella é surpreender, indo além da participação. O torneio será disputado em 2026.
Montella aposta em juventude e no talento de artilheiros emergentes. Arda Guler, 21, atua pelo Real Madrid, enquanto Kenan Yildiz, 21, atua pela Juventus. Juntos somam 17 gols e 24 assistências na temporada.
Além da linha ofensiva promissora, a Turquia tem experiência em defensiva com Merih Demiral e Bola de meio-campo com Hakan Calhanoglu, aos 32 anos. Baris Alper Yilmaz e Ferdi Kadioglu completam o elenco.
Estados Unidos entram como favoritos modestos para o grupo
A equipe anfitriã tem no banco Mauricio Pochettino, com experiência, o que gera esperança para o torcedor americano. A formação de Pulisic e McKennie, titulares no Milan e na Juventus, é o eixo do ataque americano.
Resultados recentes dividem atenções: vitória por 2 a 1 sobre o Paraguai na estreia da fase de qualificação anterior, e goleada de 5 a 1 sobre o Uruguai. Por outro lado, derrotas para Bélgica e Portugal acenderam alerta defensivo.
Paraguaios retornam à Copa após 16 anos com estilo conservador: pouca posse, defesa sólida e paciência para explorar oportunidades de ataque. Gatito Fernández segue no gol, com Gustavo Gómez e Júnior Alonso na linha defensiva.
Paraguai e Austrália no centro das atenções
O Paraguai já eliminou o Brasil em fases anteriores e terá como referência técnica Julio Enciso, jovem de 22 anos do Strasbourg. A campanha nas Eliminatórias foi irregular, porém com vitórias marcantes sobre Brasil e Argentina.
A Austrália tenta repetir as oitavas de 2006 e 2022, mas chega com dúvidas por lesões, como a de Harry Souttar. O time aposta em jogo físico, bolas paradas e ligações diretas para avançar no grupo. Natirly Irankunda desponta como promessa.
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