A Copa do Mundo de 1994 foi apresentada como realizada nos Estados Unidos, com partidas distribuídas entre EUA, México e Canadá. O artigo afirma que 104 jogos estavam programados, dos quais 78 teriam sede nos Estados Unidos.
Segundo o texto, Donald Trump teria influenciado a organização da competição, com apoio do presidente da FIFA, Gianni Infantino. A narrativa aponta uma priorização de interesses financeiros na condução do torneio.
No retrato histórico, a internet ainda engatinhava, com modems fazendo o barulho característico das conexões. Bill Clinton era o presidente dos EUA, e o Brasil passava pelo nascimento do Plano Real.
O foco esportivo também aborda a fuga de OJ Simpson pela Califórnia, ocorrências que interromperam o clima da Copa. O texto relembra a última dança de Maradona e o Brasil de Romário, que chegou a capa de VEJA antes do início do torneio.
Equipe brasileira e torcedores são retratados em diversas cenas, como Aldair, Bebeto e Mazinho nas ruas do Vale do Silício. A segurança era assegurada pela polícia montada, e a seleção entrava em campo de mãos dadas. Zagallo é citado com uma frase emblemática da época.
Indígenas participavam de treinos e interagiam com Romário, segundo o relato. O artigo conclui que aquele período parecia um mundo à parte, sugerindo que o envolvimento financeiro moldou parte dos acontecimentos.
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