O Egito não sofreu gols há quatro jogos, desde a derrota por 1 a 0 para o Senegal nas semifinais da Copa da África. Em março, venceu Arábia Saudita (4×0) e Rússia (1×0), empatou com Nigéria (0x0) e com a Espanha (0x0) em Barcelona.
O time depende de Marmoush no ataque, enquanto Mohamed Salah deve atuar no Mundial após uma temporada irregular no Liverpool, clube do qual se despedirá. A seleção egípiana aposta num 3-4-2-1, com Ashour como meia de ligação e Salah e Marmoush na frente.
Análise tática
Marrocos atua em 4-2-3-1, o que marca uma diferença em relação ao estilo egípcio. Ambas as equipes aparecem com defesas sólidas, meio de campo agressivo e agilidade no ataque. Brahim Díaz foi artilheiro da Copa da África, exigindo atenção especial da defesa.
Contexto para o Brasil
O Brasil planeja usar o amistoso contra o Egito para testar ideias que possam refletir a estreia contra o Marrocos. As duas seleções têm características distintas, mas a partida serve como parâmetro para ajustes táticos antes do Mundial.
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