Matheus Cunha deve voltar a ser titular da seleção na estreia da Copa, após os testes de Carlo Ancelotti no amistoso contra o Egito, realizado neste sábado. A leitura é de que o treinador tem aval de seguir com mudanças no time inicial conforme o ritmo do jogo.
Analistas citados pelo portal Posse de Bola, do Canal UOL, avaliam que a escolha depende da organização defensiva pela esquerda e da forma de marcar. A expectativa é de que Cunha tenha espaço na partida contra o Marrocos, com a tendência de o time sofrer alterações no intervalo, como ocorreu em amistoso anterior.
Entre os observadores, Danilo Lavieri relatou variações de teste com Paquetá de interior, Rayan pela direita e Wesley em funções diversas, sugerindo um desenho próximo ao ensaiado ao longo da semana. A ideia é manter amplitude pelo setor direito com Wesley e Paquetá entre as linhas.
Na leitura tática, há quem diga que a presença de Cunha pode depender da utilização de um ponta mais fixo pelo centroavante, o que geraria dúvidas sobre o equilíbrio do meio-campo. Históricos de testes recentes sem um plano claro para o ataque são apontados como ponto de tensão.
Outro ângulo traz questões sobre a mudança de rumo na preparação para a Copa. A troca de referência no ataque, com possível centroavante fixo, é criticada por não ter tido tempo suficiente de avaliação. A ausência de João Pedro também é mencionada como incompatível com o desenho proposto.
Profissionais destacam ainda que a novidade do time exige maior repetição de conjunto para evitar fragilidades. A discussão envolve quem compõe o setor de meio-campo e qual será a referência de ataque na estreia diante de Marrocos.
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