Às vésperas da Copa do Mundo de 2026, a embaixada do Irã na Turquia afirmou que uma parte da delegação iraniana teve vistos negados pelos Estados Unidos. Enquanto jogadores receberam autorização para o torneio, técnicos, dirigentes e membros de apoio teriam ficado barrados. A denúncia ocorreu no sábado, 6 de junho, em tom de críticas à política de vistos dos EUA.
Segundo o Irã, a medida configura tratamento discriminatório contra integrantes da delegação. A embaixada iraniana questionou por que a negatória não atingiu apenas parte dos envolvidos, destacando a ausência de técnicos e assessores essenciais. A publicação detalhou a acusação em redes sociais.
Contexto diplomático
Em resposta, o embaixador dos EUA na Turquia informou que os atletas iranianos e a comissão técnica necessária receberam autorização para viajar. As autoridades iranianas destacam que parte do grupo técnico e de apoio foi impedida de entrar no país.
De acordo com a agência iraniana Fars, mais de uma dúzia de profissionais da área médica e esportiva teve o visto rejeitado, incluindo o presidente da Federação Iraniana de Futebol, Mehdi Taj. Autoridades americanas apontam vínculos com a Guarda Revolucionária Islâmica como parte das restrições.
Situação atual das partidas
No cenário esportivo, o Irã participa do Grupo G da Copa com início marcado para 15 de junho, contra a Nova Zelândia, em Los Angeles. Em seguida o confronto é com a Bélgica, também na cidade, em 21 de junho. A última fase contra o Egito acontece em 27 de junho, em Seattle.
Entre na conversa da comunidade