No sábado, o governo do Irã acusou os Estados Unidos de tratamento discriminatório ao negar vistos a parte da comissão técnica da seleção nacional, enquanto os jogadores tiveram seus vistos concedidos. A embaixada iraniana na Turquia questionou por que a negativa atingiu principalmente diretoria, assessores técnicos e membros essenciais da equipe.
A denúncia contraria o que afirmou o embaixador americano na Turquia, Tom Barrack, segundo o qual jogadores e a “comissão técnica necessária” teriam visto liberado. De acordo com a agência Fars, mais de dez profissionais do apoio e do departamento médico tiveram seus pedidos negados, assim como o presidente da Federação Iraniana de Futebol, Mehdi Taj.
Ainda neste sábado, a delegação iraniana deixou a Turquia com destino à Espanha e, no domingo, segue para o México. A seleção já havia alterado sua base de treinamento de Tucson, no Arizona, para Tijuana, no México, em resposta às incertezas de entrada nos EUA.
Antes da viagem, o Irã venceu o Mali por 2 a 0 em amistoso em Antalya. A estreia na Copa do Mundo está marcada para 15 de junho, em Los Angeles, contra a Nova Zelândia. O segundo jogo será contra a Bélgica, também em Los Angeles, em 21 de junho, e o último da fase de grupos acontece em Seattle diante do Egito, em 27 de junho.
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