Em Astoria, Queens, um grupo de cerca de 20 brasileiros assistia a um amistoso de futebol quando percebeu que o bar estava transmitindo golfe. A troca de tela só aconteceu após insistência dos clientes.
Os torcedores vestiam camisas amarelas e acompanharam o lance em replay, até o empate do Egito. Enquanto o futebol acontecia, o salão seguia com conversas, comida e música.
Preços e expectativas
Entre os presentes, a discussão girou em torno do custo de acompanhar a Copa do Mundo fora do Brasil. Alguns afirmaram que as opções mais baratas chegam a US$ 9 mil para finais. A maior parte pretende acompanhar apenas dependendo do adversário.
João Santos, analista de ações morando em Nova York, destacou a ideia de planejar a final, mas ressaltou o alto gasto sem saber o oponente. Leandro Leite fez comentário semelhante sobre o custo da experiência.
Nova York, Copa e tempo de tela
Fora do bar, a cidade também apresentava outra realidade: a Copa disputava espaço com outras atrações. Na Times Square, torcedores filipinos ocupavam parte da avenida com shows e bandeiras, enquanto telas exibiam partidas menores.
Na região, o Celtic Pub, próximo a Times Square, tinha poucas pessoas assistindo a partidas. Um garçom explicou que o público local tende a priorizar ligas europeias e a NBA, com poucos torcedores norte-americanos.
O duelo entre os EUA e a Alemanha foi transmitido no Celtic Pub; os EUA perderam por 2 a 1. Em Astoria, o Brasil venceu o Egito por 2 a 1, o que pode aumentar o interesse pela Copa quando ela realmente começar.
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