O Kiribati pode deixar de figurar no mapa da Copa do Mundo caso não implemente mudanças estruturais, enquanto a edição de 2026 se aproxima com 48 seleções. A federação local, KIFF, já busca apoio internacional para elevar o futebol ao status de projeto nacional.
A região enfrenta pressões ambientais que ameaçam sua existência. Localizado no Pacífico, o arquipélago tem 33 ilhas, 12 habitadas, e a maior parte da população concentra-se em Tarawa do Sul. O ponto mais alto é apenas 81 metros.
Desafios estruturais
A KIFF afirma que o país não é filiado à Fifa, o que impede a participação em Copas. O objetivo é desenvolver uma organização federativa sólida, ligas domésticas, calendário competitivo, programas de base e infraestrutura esportiva adequada.
Objetivo e apelo internacional
A federação propõe formar uma comissão técnica e uma seleção capazes de se classificar para 2030, quando o Kiribati ainda poderia estar sob risco de submersão. O movimento também visa sensibilizar o mundo para as mudanças climáticas que afetam a região.
Viabilidade e próximos passos
O caminho envolve aprovação da Fifa para a filiação e investimentos para criar estrutura de alto rendimento. Funcionários locais destacam a importância de ações para manter o futebol como ponte de visibilidade global.
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