O árbitro somali Omar Abdulkadir Artan foi barrado na imigração dos Estados Unidos e não poderá atuar na Copa do Mundo de 2026. Ele chegou ao país após uma viagem que incluiu passagens pelo Quênia e pela Turquia, com autorização prévia obtida por meio de mobilização de profissionais do futebol. Ao deixar o aeroporto, foi encaminhado de volta ao território turco.
Artan, reconhecido como uma das principais referências do futebol africano, não teve a entrada autorizada no país norte-americano, segundo relatos oficiais. A situação ocorreu durante o fluxo de viagens em polos de competição da FIFA, gerando repercussão internacional e questionamentos sobre o ocorrido.
FIFA emitiu nota oficial reiterando que não interfere em decisões de imigração dos países-sede. A entidade informou que o árbitro não poderá treinar nem apitar a Copa do Mundo de 2026 porque a entrada foi negada pelas autoridades americanas. Não foram divulgados os motivos jurídicos ou administrativos da cassação.
Posicionamento oficial da FIFA
A nota acrescenta que, como em eventos anteriores, o governo anfitrião determina quem entra no país. A FIFA confirmou que não tem autonomia para reverter decisões de visto. Autoridades do Departamento de Estado dos EUA e a organização local do Mundial não detalharam os fundamentos da decisão.
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