O clima da Copa do Mundo não tomou a cidade de Nova York, aos dois dias da abertura. O evento acontece nos Estados Unidos, Canadá e México, mas a região de Nova York/Nova Jersey mostrou pouco entusiasmo nas ruas e em pontos turísticos.
Em Manhattan, na junção da Broadway com a Sétima Avenida, houve pouco sinal de celebração. Turistas, músicos e pessoas vestidas de personagens conviveram com a pouca referências ao Mundial, que envolve 48 seleções e 104 jogos.
Entre as pessoas entrevistadas, a fotógrafa Shanely Leonardini comentou que Nova York tem diversidade, mas não transmite a energia típica de Copa do Mundo. Ela acredita que sediar o torneio pode ampliar o interesse pelo futebol nos EUA, ainda assim o clima local segue contido.
Entusiasmo entre comunidade expatriada e ações de marca
Fãs latinos, incluindo brasileiros, buscaram espaços para acompanhar jogos. No Legends, bar próximo ao Empire State, houve transmissão de partidas da seleção brasileira e de outras ligas, com telões e cardápios temáticos.
Marcas envolvidas promovem ações de cultura esportiva. A Jordan, da Nike, organizou eventos que destacaram a cultura brasileira em locais como Seward Park, com comidas típicas e jogos de futebol em mini-campo.
Mesmo com iniciativas, boa parte dos americanos continua mais ligada a basquete e futebol americano. A cidade terá o jogo do Brasil contra Marrocos no MetLife Stadium, em East Rutherford, próximo a Nova York, no sábado, com a decisão marcada para 19 de julho.
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