Um motorista de Uber haitiano, Vincent Fenel, vive em Nova Jersey há uma década. Às 5h da manhã, no trajeto para o aeroporto de Newark, ele viu a credencial da Fifa e começou a falar sobre futebol, com foco na seleção brasileira.
Fenel disse que torce pelo Brasil para o Mundial e que o país tem os melhores jogadores. Entre as lembranças que citou, estavam Ronaldo, Ronaldinho, Cafu, Roberto Carlos e Vinícius Júnior. Também mencionou preferência por clubes, destacando o Real Madrid.
Ele afirmou que o Haiti não deve perder para o Brasil e que torce para que o Brasil conquiste a Copa. Mesmo diante de críticas à crise e à seca de títulos, ressaltou o carisma da equipe para cativar fãs no exterior.
Carisma da seleção resiste entre fãs no Norte da América
Em Cleveland, jovens usavam camisas amarelas, com torcedores de diferentes origens. A paixão pelo Brasil era visível, mesmo sem comunicação em português.
Norte-americanos, latino-americanos e outros simpatizantes vinham do sufiente para a torcida. Em uma avaliação de público, alguns expressaram expectativa de que a seleção alcance bons resultados na Copa.
Reação de torcedores na América Latina e no México
Ao chegar à cidade do México, um taxista comentou que prefere o Brasil ou a Alemanha, destacando a tradição brasileira e valorizando o futebol inglês como origem do esporte. A presença de torcedores estrangeiros reforça o alcance global da torcida pela equipe brasileira.
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