A Fifa vai pagar remuneração recorde aos árbitros da Copa do Mundo de 2026. Os juízes selecionados poderão superar US$ 100 mil em ganhos ao longo do torneio, segundo informações da imprensa inglesa. O valor envolve uma parcela fixa pela participação, além de bônus.
A meta da entidade é contar com os principais nomes da arbitragem internacional. Além da remuneração fixa, há bonificações para quem apitar em partidas das fases finais, o que amplia o retorno financeiro potencial.
O Mundial de 2026 terá o maior quadro de arbitragem da história, com 52 árbitros principais, 88 assistentes e 30 árbitros de vídeo (VAR). As equipes nacionais de todos os continentes estavam entre as convocadas pela Fifa.
Novo modelo de arbitragem
A temporada traz ajustes nos protocolos do VAR e em regras operacionais, visando decisões mais precisas e menos interrupções. As mudanças devem nortear o funcionamento dos árbitros durante as partidas.
Além da remuneração, a seleção dos profissionais visa estabilidade técnica e consistência no apito ao longo de toda a competição. A meta é assegurar o andamento fluido dos jogos sem prejudicar a qualidade das decisões.
Abertura com trio brasileiro
O jogo de abertura ocorre entre México e África do Sul, na quinta-feira, 11, às 16h (horário de Brasília), no Estádio Azteca, Cidade do México. O árbitro de campo será Wilton Pereira Sampaio, com Bruno Pires e Bruno Boschilia nas funções de assistentes.
Este é o terceiro Mundial de Wilton Pereira Sampaio. Em 2018 (Rússia) atuou como assistente de VAR; em 2022, trabalhou como árbitro de campo. No total, nove árbitros brasileiros representarão o Brasil na Copa 2026, que será disputada nos Estados Unidos, México e Canadá.
Entre na conversa da comunidade