Mano Menezes, aos 64 anos, aceitou o desafio de reconstruir a seleção do Peru e conduzi-la rumo à Copa do Mundo de 2030. O técnico gaúcho espera ver evolução no projeto após aceitar o convite em meio a um cenário de mudanças no futebol sul-americano.
Aos poucos, Mano monta uma equipe de apoio com longos vínculos. O grupo inclui Sydney Lobo, Fernando Lázaro, Bruno Mazziotti e Guilherme Rodrigues, além de Thiago Kozlowski, que trabalha com a seleção sub-20. A ideia é organizar a casa para o trabalho à frente.
Desafios da nova etapa
No Peru, Mano analisa a paixão do país pela seleção e o contraste entre Lima, onde reside, e as dificuldades econômicas de outras regiões. O projeto envolve renovar o elenco, abrindo espaço para jovens que possam sustentar um ciclo de quatro anos.
Para 2030, o técnico aponta a necessidade de manter a disciplina e o planejamento. O Peru busca manter consistência nas eliminatórias, que deverão seguir o formato atual, com vagas distribuídas entre as seleções sul-americanas, sem mudanças abruptas previstas.
Cenário e perspectivas
Em termos de cenário, Mano destaca que o Peru já contou com técnicos brasileiros em projetos anteriores, mas há expectativa de um projeto de maior consistência. O foco está em implementar uma visão de jogo que sustente o desempenho ao longo do ciclo.
Na prática, a comissão técnica trabalha para equilibrar resultados imediatos com a construção de um elenco capaz de competir com derrotas de adaptação. O objetivo é tornar o Peru competitivo em torneios internacionais.
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