O segundo amistoso entre Brasil e Estados Unidos, disputado no Castelão, em Fortaleza, reuniu quase 60 mil espectadores. O jogo não foi belo, mas foi disputado, com atuação marcada por expulsões de atletas brasileiras. A arbitragem, realizada por um trio espanhol, recebeu críticas severas.
A equipe brasileira acusa arbitralmente de violências punidas de forma exagerada e de tratamento desigual, além de desalinho na relação com a comissão técnica. O treinador Arthur Elias comentou sobre xenofobia e apontou falhas da arbitragem durante a partida.
O primeiro amistoso ocorreu em São Paulo, com vitória do Brasil. O segundo confronto manteve a tensão entre as seleções, elevando a pressão sobre a arbitragem e a organização do evento. A repercussão envolve torcida, comissão técnica e Federações, que prometem apurar os incidentes.
Repercussões e declarações
- A parte brasileira sustenta que houve abusos de arbitragem e tratamento inadequado.
- O lado estadunidense defenderia a condução do jogo e a atuação dos árbitros, segundo apuração inicial.
- As entidades organizadoras sinalizam investigação dos incidentes para esclarecer fatos.
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