O árbitro somali Omar Abdulkadir Artan teve a entrada negada nos Estados Unidos, o que impediu sua atuação na Copa do Mundo. Conforme a autoridade de proteção de fronteiras, o umpire é suspeito de ter vínculos com organizações consideradas terroristas. A decisão se deu com base na Lei de Imigração e Nacionalidade.
O veículo legal utilizado foi a recusa de admissão, com o recebimento de formulários que indicam a possibilidade de remoção rápida conforme a Seção 235 da INA. O governo dos EUA afirmou que não permitirá que qualquer ameaça à segurança entre no país. A embaixada da Somália prestou assistência ao árbitro.
Artan era listado pela FIFA como um árbitro relacionado ao torneio e havia sido selecionado para apitar partidas da Copa do Mundo de 2026. A cobrança de impedimento ocorreu mesmo com apoio diplomático da Somália.
Reação oficial da FIFA
Em coletiva, o presidente Gianni Infantino comentou o caso, ressaltando a dificuldade de lidar com ações de governos e forças de polícia. Ele afirmou que a organização busca soluções e destacou o papel do futebol na promoção da união mundial.
Infantino também mencionou que a Copa do Mundo começa amanhã e reiterou o objetivo de manter o foco esportivo, apesar de incidentes envolvendo árbitros e seleções. A competição está programada para iniciar com o jogo entre México e África do Sul.
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