O governo dos EUA planeja organizar 78 Superbowls paralelos à Copa do Mundo de 2026, segundo Andrew Giuliani, chefe da força tarefa. A proposta reforça o estilo de segurança elevado durante o evento.
A Copa de 2026 deverá ser a maior da história, com 48 seleções e 104 partidas, ampliando em 47% o número de jogos em relação a 2022. A sede será tripla: EUA, Canadá e México, em 21 milhões de km², com 16 estádios.
O comitê executivo da Fifa, liderado por Gianni Infantino, vê potencial de lucro significativo para o ciclo 2023-2026, estimando receita de US$ 13 bilhões. A forte demanda por ingressos e a revenda sem limites contribuiriam para esse montante.
Vistos, segurança e logística
Relatos indicam que houve flexibilização para facilitar a entrada de credenciados dos EUA, enquanto alguns profissionais de imprensa iranianos e africanos teriam enfrentado barreiras de acesso. A AIPS aponta bloqueios a repórteres provenientes do Irã e do Iraque.
De acordo com Giuliani, a delegação iraniana poderá permanecer em Tijuana e viajar até os EUA 36 horas antes de seus jogos, para deslocamento rápido a Los Angeles. As restrições contrariam regras de campo mínimo previstas pela Fifa, segundo críticas de especialistas.
O Departamento de Estado americano confirmou visto para jogadores, mas manteve ressalvas sobre condicionalidades para outros grupos. Em comunicado, disse que não permitirá uso do sistema para introduzir pessoas com intenções terroristas.
Panorama para torcedores e jogos
O objetivo é receber cerca de 6,5 milhões de visitantes ao longo do Mundial, destacando os EUA em uma audiência global de aproximadamente 2 bilhões de pessoas. O jogo de abertura ocorre na Cidade do México, entre México e África do Sul, na quinta-feira.
No dia seguinte, EUA enfrentam o Paraguai em Inglewood, Califórnia, enquanto o Canadá duelará com a Bósnia em Toronto. A organização busca equilibrar segurança intensiva com fluxo de visitantes para a competição.
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