Gianni Infantino, presidente da Fifa, respondeu a uma pergunta sobre a deportação de um árbitro somali pelo governo dos EUA. Ele questionou se seria normal a Fifa ditar aos governos quem pode entrar em seus países, sugerindo que não é aceitável.
Em entrevista à BBC na quarta-feira, 10, Infantino afirmou que não vê com bons olhos práticas de restrição de entrada por parte de uma federação esportiva. A linguagem usada evitou apresentar apoio ou condenação direta ao ocorrido.
O dirigente também comentou a participação do Irã na Copa do Mundo, descrevendo-a como um “sucesso” e destacando que a equipe alcançou uma atuação que, segundo ele, possivelmente não teria ocorrido sem o contexto atual.
A decisão de deportação do árbitro somali foi tomada pelo governo dos EUA, segundo reportagens da imprensa internacional. O episódio gerou debate sobre a relação entre política migratória e o esporte.
Fontes indicam que a declaração de Infantino foi dada em resposta a perguntas sobre ética, governança e o papel das entidades esportivas em relações internacionais. Portais de imprensa converteram o conteúdo para o noticiário global.
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