O Irã avisou que pode interromper ou abandonar partidas da Copa do Mundo caso ocorram manifestações políticas nas arquibancadas durante os jogos. A orientação partiu do governo iraniano, conforme o ministro dos Esportes, Ahmad Donyamali.
A medida envolve bandeiras não reconhecidas pelo governo e protestos dentro dos estádios. O objetivo é evitar que o evento sirva de palco para críticas ao regime, especialmente durante o período da competição disputada nos EUA.
O foco atual é o confronto com o Egito, marcado para Seattle, durante a semana do Orgulho LGBT+. Autoridades iranianas temem atos organizados por grupos de ativistas locais.
Contexto e respaldo internacional
A Fifa foi informada sobre a preocupação do Irã e disse buscar garantir a segurança nos estádios. A entidade não revelou possíveis medidas caso haja manifestações.
A seleção iraniana chega ao Mundial com debates que vão além do futebol, envolvendo posicionamentos políticos e direitos civis, com repercussões internas e internacionais.
Na Copa do Mundo de 2026, o Irã estreará contra a Nova Zelândia, seguido pela Bélgica e pelo Egito, em duelos que chamam atenção pelo contexto político ligado ao time.
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