A Copa do Mundo de 2026 terá 48 seleções, mais que qualquer edição anterior. Esse aumento ampliou também o número de irmãos que atuam na competição, defendendo a mesma equipe ou países diferentes. A temporada promete histórias familiares em campo, com trajetórias distintas.
Entre os destaques, até o momento, estão irmãos que atuam pela França, Curaçao e Cabo Verde. Em Paris, Lucas Hernández e Theo Hernández defenderão a França pela segunda vez. Anteriormente, participaram da campanha de vice-c campeã em 2022.
Casos em seleções diferentes e famílias com várias federações
Outra linha relevante envolve irmãos que escolhem países diferentes para jogar. Inaki Williams e Nico Williams, criados na Espanha, optaram por defender a seleção de Ghana e da Espanha, respectivamente, mantendo raízes familiares. Na mesma lógica, os irmãos Brian Brobbey e David Luckassen nasceram na Holanda, mas Luckassen optou por Ghana.
Na Holanda, a situação de Jurriën Timber e Quinten Timber gerou expectativa de uma dupla sob o mesmo emblema, mas Jurriën acabou cortado por lesão. A família Doué também é exemplo de escolha por continentes distintos: Guéla Doué, da Costa de Marfim, e Désiré Doué, da França.
Casos com ligação direta à Oceania e à África
Os irmãos Souttar representam um caso menos tradicional: Harry, naturalizado pela Austrália, e John, que ficou com a Escócia natal. Os irmãos atuam em seleções distintas. Outros casos históricos incluem Laudrup, Touré, Neville e Boateng, que mostram a variedade de caminhos familiares na história das Copas.
Observações históricas e marcos
Historicamente, duplas como Bobby Charlton e Jack Charlton (Inglaterra, 1966) e Fritz e Ottmar Walter (Alemanha, 1954) marcaram o uso de irmãos em Copas. Em 2010, Honduras destacou-se ao convocar três irmãos, Jerry, Johnny e Wilson Palacios, para a competição. Esses casos ilustram a recorrência de famílias no cenário mundial do futebol.
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