O jornal francês L’Équipe publicou nesta quarta-feira (10) uma capa que critica as ações antimigratórias dos EUA em véspera da Copa do Mundo, dizendo que Gianni Infantino é uma “marionete” de Donald Trump. A chamada contextualiza o cenário de impedimentos de entrada para estrangeiros. A reportagem acompanha o tom do governo americano para o Mundial.
A capa também traz a imagem do árbitro Omar Abdulkadir Artan, da Somália, escalado pela Fifa para apitar na competição. Artan enfrentou entrevista de 11 horas com agentes de migração, ficou detido e foi deportado. A situação repercutiu entre atletas e comentaristas.
Outro caso destacado foi o do iraquiano Aymen Hussein, detido por cerca de sete horas na migração e liberado apenas depois. O fotógrafo da seleção teve o visto negado e precisou retornar a Bagdá. Já a seleção do Irã, concentrada no México, enfrentava regras de vistos para Los Angeles e Seattle.
Condições de entrada e mudanças recentes
Nesta terça-feira (9), a agência Reuters informou que os iranianos poderão chegar um dia antes da data prevista. As regras migratórias vêm sendo objeto de debate entre atletas e equipes envolvidas.
Contexto da Copa e sede
A edição atual da Copa do Mundo terá 48 seleções, com partidas em três sedes. Estados Unidos, México e Canadá dividem a organização. O torneio começa no dia 11 e a final está marcada para 19 de julho.
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