O árbitro brasileiro Wilton Pereira Sampaio comandou a partida entre México e África do Sul, na abertura da Copa do Mundo. OVAR ficou a cargo de Nicolas Gallo, colombiano. A atuação gerou debates, mas teve momentos marcantes pela aplicação de três cartões vermelhos.
A partida ocorreu no contexto do primeiro jogo do torneio entre as duas seleções. Wilton apitou ao lado de Gallo no VAR, que ajudou a validar decisões importantes de campo, segundo narrativas da imprensa esportiva.
Expulsões e decisões
O primeiro cartão vermelho foi aplicado a um defensor sul-africano por impedir uma oportunidade clara de gol. A ação impediu uma finalização promissora e, segundo a leitura do árbitro, configurou expulsão direta.
A segunda expulsão envolveu um atacante sul-africano que acertou o rosto de um defensor mexicano, em lance não envolvendo disputa pela bola. O VAR confirmou a gravidade da conduta, resultando em cartão vermelho.
A terceira expulsão ocorreu com um defensor mexicano. Houve dúvida inicial sobre o vermelho ou amarelo, refletindo mudanças recentes na regra sobre lances com desvantagem numérica e participação de atacantes. O sistema de VAR ajudou a esclarecer o posicionamento e a dinâmica do lance.
Os quatro Ds da arbitragem seguem presentes, mas o apoio do VAR, segundo análises, contribuiu para a leitura de lances com maior contexto. A partida registrou 55 minutos de bola rolando e 11 faltas.
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