Dois grupos de manifestantes e fãs sem ingresso tiveram confrontos com a polícia próximo ao Estádio Azteca, em Coyoacán, na noite que antecedeu a abertura da seleção do México na Copa do Mundo. Pedidos de acesso negados deram espaço a ataques com pedras, garrafas e artefatos explosivos de fabricação caseira.
Grupos de vândalos encapuzados lançaram bombas de gasolina, tijolos e outros projéteis contra as forças de segurança, que responderam com abordagem e apoio de unidades especiais. Ao todo, dezenas de pessoas foram presas, segundo autoridades locais. Cerca de 200 encapuzados teriam se separado de dois grupos de cerca de 800 manifestantes.
As ações aconteciam mesmo com bloqueios de trânsito em um raio de aproximadamente 2 milhas ao redor do estádio. Não houve atraso no início da partida, que coincidiu com a programação de abertura, conforme confirmou a organização do evento.
Confrontos e desdobramentos
Ao menos cinco grupos de protesto teriam se reunido na região, mas a ordem foi restabelecida sem escalada de maior violência. O estádio sediou também o evento Fanfest na Praça do Zócalo, que prosseguiu conforme o planejado, apesar das tentativas de cancelamento por parte de alguns manifestantes.
Participação oficial
O presidente mexicano, Claudia Sheinbaum, não assistiu ao jogo e repassou o ingresso a um vencedor de loteria de 21 anos. As autoridades destacaram que a aglomeração no entorno não impediria a realização do evento esportivo, mantendo o caráter institucional da abertura.
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