Poucos vistos foram liberados para torcedores da Costa do Marfim neste Mundial. A informação foi confirmada pelo presidente do Comitê Nacional de Torcedores dos Elefantes (CNSE), Julien Koudio Adonis. O acesso a viagens em grupo ficou restrito.
O CNSE estimava a presença de cerca de 500 torcedores marfinenses na viagem. Com a concessão restrita, apenas dirigentes receberam autorização, dificultando deslocamentos como ocorreu em Copas anteriores entre 2006 e 2014.
A situação gerou frustração entre a torcida, que havia planejado apresentar a cultura do país. Segundo Adonis, a recusa de vistos envia um recado de que os EUA não desejam receber torcedores de certos países, incluindo a Costa do Marfim.
Vistos, partidas e restrições
O secretário de Estado dos EUA já havia advertido que ingressos não garantem visto. Marco Rubio afirmou que a compra de entradas não assegura entrada no país. A Costa do Marfim disputará duas partidas nos EUA e uma no Canadá; o visto pode ser exigido para o Canadá.
A Costa do Marfim figura em lista de restrições parciais de viagem dos EUA, decretada por Trump em dezembro de 2025. Além de marfinenses, a relação inclui Senegal e Haiti, países presentes na Copa com limitações de entrada.
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