A direção da Fifa encara a abertura da Copa do Mundo de 2026 sob tensão. Gianni Infantino tenta manter o foco no futebol, mesmo diante de episódios polêmicos envolvendo o governo dos EUA, como a deportação de um árbitro somali e a autorização de vistos de 36 horas para a delegação do Irã.
A disputa ocorre em meio a tensões geopolíticas que complicated a primeira fase do torneio no México. A organização revelou mudanças de nomenclatura de estádios por patrocínio, incluindo o estádio onde acontece a abertura, que figura com outro nome comercial, mas permanece o Azteca para o público.
Na prática, o Mundial começa com o México recebendo a África do Sul em uma partida disputada no Estádio Azteca, agora designado como Cidade do México pela Fifa. O evento acontece sob a sombra de protestos nas ruas e de blocos de trânsito na região central da capital mexicana.
O contexto político é parte do cotidiano do torneio: a presença de equipes classificadas de várias regiões e as medidas de segurança específicas para o fluxo de ingressos e de torcedores. A abertura reúne cerca de 80 mil pessoas na praça principal da cidade.
Infantino, que tem raízes suíças e é cidadão de uma nação sem tradição de Copa no momento, diz avaliar o cenário com pragmatismo. Ele torce por muitos gols, mantendo, porém, a cautela quanto a possíveis imprevistos ao longo das semanas de competição.
A preparação envolve logística de deslocamento, acomodação de delegações e a gestão de manifestações que ocorrem na cidade sede. A organização reforça que as partidas seguem o cronograma acordado, com os estádios e bilheteira operando conforme o planejado.
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