A Alemanha, campeã do mundo em 2014, viveu uma sequência de decepções após aquele título. Mesmo com o retorno do investimento técnico, não chegou como favorita nas últimas Copas. Em 2018 e 2022, foi eliminada na fase de grupos, algo inédito para a geração de finne.
Com mudanças estruturais, o time passou por reformas desde a saída de Joachim Löw, em 2021, e a chegada de Hansi Flick. Ao longo de 2023, a federação optou por renovar a comissão técnica e manter alguns pilares, enquanto buscava novas soluções para o elenco.
Nagelsmann, de 38 anos, assumiu em 2023 como o treinador mais jovem da história da seleção alemã. O objetivo é transmitir renovação sem perder o DNA competitivo da Mannschaft, segundo declarações do próprio técnico e de jogadores.
A equipe entra na Copa do Mundo de 2026 no Grupo E, com Costa do Marfim, Curaçao e Equador. A estreia está marcada para este domingo, às 14h (horário de Brasília), contra Curaçao, em Houston, nos Estados Unidos.
Fatos mostram que a Alemanha não figura entre os favoritos no momento. Pesquisa recente apontou apenas 15% dos alemães acreditando no título, enquanto 33% apontam queda nas quartas de final. O clima é de desafio, não de hegemonia.
O técnico Nagelsmann afirmou que a equipe chega como desafiantes, não como favoritas. Ele ressaltou a responsabilidade de cada jogador em demonstrar rendimento em campo, sem prometer o título com exclusividade.
Na preparação para a Copa, a lista de convocados para 2023 manteve apenas nove jogadores em relação a 2022, incluindo o goleiro Manuel Neuer, de 40 anos, que havia anunciado aposentadoria da seleção.
Entre na conversa da comunidade