Pelo papel, a seleção dos Estados Unidos aparece com uma geração poderosa, com Pulisic, McKennie, Dest, Reyna e Balogun atuando em clubes de alto nível europeu. Mesmo assim, a expectativa de uma campanha histórica no Mundial-2026 não é unânime entre os torcedores.
A equipe manteve nomes de peso mesmo após mudanças, com Maurico Pochettino no banco há dois anos, buscando converter fama em resultados. A histórica melhor participação foi o bronze em 1930, a segunda fase foi em 2002, em Copas recentes a performance não teve consensus.
Parágrafo curto sobre a mudança de ambiente: a Copa-2026 amplia o alcance, com jogos em Canadá, EUA e México, algo inédito. O torneio terá 48 seleções, 1.200 jogadores inscritos e 104 partidas, além da decisão em 19 de julho no MetLife Stadium.
Grupo D
A primeira rodada reserva EUA, Paraguai, Austrália e Turquia, com jogos iniciando na madrugada de sábado para domingo, em Vancouver. O adversário inicial de cada confronto ainda não foi definido oficialmente.
Apesar da projeção de elenco estrelado, a liderança norte-americana busca resultados consistentes para dissipar o ceticismo. A imprensa acompanha a evolução, sobretudo diante de rivais diretos no grupo.
O desempenho recente inclui derrotas para o México em 2024 (2 a 0) e 2023 (2 a 1), além de apenas uma vitória na última edição da Copa Ouro. O foco é transformar o potencial em vitórias e avançar no torneio.
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