A arbitragem segue uma nova orientação da comissão para analisar erros de identidade em lances com simulação. A comentarista Ana Paula Oliveira, do UOL, explicou a interpretação adotada no jogo entre Estados Unidos e Paraguai.
A correção envolve um entendimento ampliado sobre erro de identidade. Segundo Ana Paula, a arbitragem ocorreu dentro do conceito em desenvolvimento pela comissão de arbitragem, sem alterar a regra do jogo.
No lance, o cartão foi mostrado ao jogador errado após avaliação inicial do árbitro. Makkelie expediu a advertência a Tim Ream, dos EUA, por suposta falta que impedia um ataque.
A infração e a simulação vieram do paraguio Almirón, meia-atacante. A nova leitura permite ao VAR intervir para detalhar quem deve ser punido pela infração.
Novo entendimento na prática
Ana Paula destacou que a intervenção ocorreu para transferir a advertência ao responsável pela infração, ainda que a jogada tenha seguido o reinício da partida.
Ela afirmou que o erro da equipe de arbitragem foi autorizar o reinício sem concluir a análise de identidade. A orientação da FIFA, diz ela, tende a ampliar correções.
A comentarista enfatizou que o texto da regra não prevê exatamente esse caso, mas que a comissão de arbitragem já adota esse novo entendimento para aperfeiçoar a decisão.
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