Desde que chegou aos Estados Unidos, a seleção francesa enfrenta calor intenso que impacta a preparação para a Copa do Mundo de 2026. O time treina no campus da Bentley University, em Waltham, Massachusetts, lidando com alta umidade e temperaturas acima de 30°C desde o primeiro treino.
A comissão técnica ajusta o cronograma, com treinos previstos por volta das 15h30, em sintonia com horários de jogos da fase de grupos. A adaptação ao calor é prioridade desde a chegada, com foco na hidratação e em estratégias para evitar desgaste.
Pesquisas do Inserm, da França, associam o aumento do índice WBGT a pior desempenho em distância, passes e tomada de decisão. Segundo Paquito Bernard, os riscos vão desde prejuízos técnicos até sinais de exaustão.
Os jogadores destacam a necessidade de adaptação. Brice Samba ressalta que não existe receita milagrosa e reforça a hidratação constante. Lucas Hernandez aponta que o calor exige ajustes em ritmo e estratégia.
Medidas adotadas incluem crioterapia no hotel, banhos de gelo no centro de treinamento e pausas periódicas para hidratação durante as sessões abertas ao público. Bancos de reservas recebem cobertura para sombra e proteção contra o sol.
A equipe também investe em planejamento de carreira para enfrentar o Senegal, primeiro desafio da França na Copa. A prioridade é manter o condicionamento e reduzir riscos durante os dias de treino na Costa Leste dos EUA.
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