Craig Gordon, goleiro da Escócia, chegou à Copa do Mundo após uma trajetória marcada por lesões e pela pouca regularidade de jogo nesta temporada. Aos 43 anos, ele é o jogador mais velho a disputar o Mundial, caso entre em campo contra o Haiti, neste sábado, em Boston.
O veterano passou por cinco Eliminatórias para chegar ao Mundial e foi titular nos jogos que asseguraram a classificação. O técnico Steve Clarke tem grande confiança no arqueiro, que pode ser substituído caso novas lesões atrapalhem a sua participação.
Gordon vive uma fase delicada por lesão no ombro, que tirou ritmo de jogo. O goleiro atuou apenas seis vezes na temporada, com retorno recente no amistoso contra Curaçao. A Escócia enfrenta a escolha entre ele e os outros dois jogadores de convivência com pouco tempo de jogo.
História de lesões
Ao longo da carreira, o goleiro já perdeu perto de 2 mil dias por lesões diversas. Em 2012, uma lesão crônica no tendão patelar quase encerrou sua trajetória, mantendo-o fora dos gramados por mais de dois anos.
Em dezembro de 2022, Gordon quebrou a perna esquerda em dois lugares após choque com um atacante adversário. Aos 40 anos, tornou-se incerto o retorno, que aconteceu apenas em janeiro de 2024 pelo Hearts, seguido de retomada na seleção.
Atualidade da seleção
Gordon continua defendendo o Hearts há sete temporadas. Mesmo com o retorno, a disputa pela posição de titular na Copa envolve também Angus Gunn e Liam Kelly, ambos com poucos jogos na temporada. A saudação oficial à participação do goleiro na Copa depende da evolução clínica.
A confirmação de sua presença passará por avaliação médica antes do confronto com o Haiti. Caso esteja em campo, Gordon poderá tornar-se o segundo jogador mais veterano na história dos Mundiais, atrás apenas do egípcio El Hadary (2018).
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