No jogo de estreia da Copa do Mundo de 2026, neste sábado 13, em Nova Jersey, a Seleção Brasileira enfrentou o Marrocos com uma formação totalmente inédita. O técnico Carlo Ancelotti levou em conta a versatilidade de seus atletas e abriu mão de um meio-campo estável, optando por várias variações.
Ibáñez atuou na lateral direita, mas não teve bom desempenho e foi sacado no intervalo. Danilo entrou como zagueiro, mostrou segurança defensiva, porém teve atuação discreta no apoio ao ataque. Já Paquetá jogou pela direita e teve atuação irregular, enquanto Raphinha só apareceu bem pelo setor esquerdo em momentos do jogo.
Vinícius Júnior foi destaque ao garantir o empate, repetindo boa atuação recente e assumindo liderança em campo, além de cobranças da torcida. Ainda que o elenco tenha mostrado qualidade, a construção de jogadas ofensivas com o grupo estrelado ficou aquém do esperado.
Na partida, a Seleção teve boa porção de domínio, mas enfrentou dificuldades para criar clareza de chances. O duelo também evidenciou a necessidade de encaixar melhor o meio de campo, com mais opções de criação, segundo análises técnicas.
Endrick e Rayan vieram aos Estados Unidos para a preparação da equipe, sem informações oficiais sobre a agenda no torneio. A atuação do time demonstrou potencial, mas aponta para ajustes táticos na primeira fase da competição.
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