O Equador, comandado por Sebastián Beccacece, encara a Costa do Marfim às 20h de Brasília, no Lincoln Financial Field, em Filadélfia. A partida abre a participação das duas seleções na Copa do Mundo, com o equatoriano buscando manter a invencibilidade de 19 jogos. A equipe tenta superar a melhor campanha já alcançada pelo país, em 2006, quando chegou às oitavas de final.
A última derrota ocorreu na estreia de Beccacece, escolhido pela federação após a saída de Félix Sánchez. O início do trabalho foi em setembro de 2024, em Curitiba, com derrota por 1 a 0 para o Brasil, ainda sob o comando de Dorival Júnior. Beccacece compartilhou com o técnico brasileiro uma relação de respeito, destacando o vínculo entre as equipes.
Desde então, o Equador não conhece o gosto da derrota. A sequência é de oito vitórias e 11 empates, com sete empates sem gols. Ao todo, são 20 gols marcados e sete sofridos em 20 jogos, o que sustenta o estilo defensivo da equipe.
Desempenho recente e elenco-chave
A solidez defensiva é creditada ao treinador e ao talento dos jogadores. Zagueiro Pacho, do PSG, e o lateral-esquerdo Hincapié, do Arsenal, compõem a espinha dorsal, ao lado de Moisés Caicedo, volante do Chelsea, que atua no setor central.
Beccacece acredita que é possível superar a marca histórica de 2006, quando o Equador caiu para a Inglaterra nas oitavas, após gol de David Beckham. O técnico diz que o grupo está convicto de alcançar algo significativo, com apoio do público como impulso adicional.
Costa do Marfim: objetivo de avançar
A Costa do Marfim busca avançar pela primeira vez além da fase de grupos. A seleção, que estreou em Copas em 2006, tem na defesa uma de suas forças, repetindo o seu padrão de sólido bloqueio defensivo nas eliminatórias africanas, sem levar gols.
Após a última edição, a equipe marfinense voltou a disputar a Copa apenas em 2026, com uma geração que, mesmo sem os astros de outrora, conta com nomes como Yan Diomande, do RB Leipzig, e Franck Kessié, do Al Ahli. O último amistoso relevante foi vitória por 2 a 1 sobre a França, destacando a competitividade do time.
A mobilização por ingressos e presença de torcedores foi grande, mas ficou comprometida pela política de imigração dos Estados Unidos. Mesmo assim, o grupo técnico mantém foco no desempenho esportivo, para cumprir o objetivo de avançar no torneio.
Entre na conversa da comunidade