A derrota histórica da seleção brasileira, o 7 a 1 para a Alemanha em 2014, voltou a ganhar repercussão após o resultado da Alemanha sobre Curaçao na Copa de 2026. Em entrevista, Felipão analisou o trauma vivido pela equipe e lembrou o impacto do episódio na carreira.
O treinador disse que a responsabilidade pela derrota foi compartilhada e que o futebol é uma construção coletiva, não pode recair sobre uma única pessoa. Ao ser lembrado de ter comandado tanto o título de 2002 quanto a derrota de 2014, ele afirmou que, naquele momento, também era apenas mais um no grupo.
Felipão relatou que precisou do apoio de amigos para seguir no futebol após a eliminação. Um dos apoios mais importantes veio de Fábio Koff, ex-presidente do Grêmio, que o convidou a retornar ao clube semanas depois da derrota, ajudando a recuperar a confiança e a manter a carreira.
O técnico destacou que a trajetória não terminou com a derrota no Mundial. Ele citou a passagem pela China, onde, com a equipe comandada por ele, houve conquista de sete títulos, reforçando a ideia de que o 7 a 1 não definiu todo o percurso profissional.
Felipão ressaltou ainda a importância de contar com pessoas próximas para superar momentos difíceis e seguir atuando plenamente no futebol, mantendo o foco no trabalho em equipe e na continuidade da carreira.
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