A tensão entre EUA e Irã levou o Irã a adotar um esquema especial no Mundial, com deslocamentos de voos via Tijuana, no México, antes de cada partida. O objetivo é manter a preparação, segundo a equipe de IR.
Após a derrota para a Nova Zelândia, o treinador Amir Ghalender e o capitão Mehdi Taremi criticaram as condições impostas ao time iraniano, destacando o estresse e o ajuste de logística. A comissão técnica pediu ajustes.
Segundo o regulamento da Copa, os clubes teriam direito a amistosos no país-sede e a llegada mínima de cinco dias antes do início do Mundial. O Irã não disputou partidas em sedes durante a preparação.
A seleção iraniana deveria poder escolher sua base, sem limitações de visto, mas ficou instalada em locais que exigem dois voos para Los Angeles, com até 50 minutos de viagem, dependendo da cidade.
O último amistoso do Irã antes do Mundial foi na Turquia, contra Mali, em 4 de junho. O jogo no México não ocorreu, e a base do time fica fora do país-sede, complicando deslocamentos.
Por fim, a Federação Iraniana não comentou sobre restrições; a Fifa não se posicionou sobre o tema. O presidente Gianni Infantino mantém a visão de que o Irã disputa a Copa, sem falar em mudanças no formato atual.
Uruguai mantém base no México, em Plays Del Carmen, opção do país. A diferença é que, no caso uruguaio, há partidas no México previstas, como em Guadalajara, o que reduz deslocamentos para o país da América do Norte.
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