A federação iraniana confirmou mais complicações para a seleção durante a Copa do Mundo. O visto do meia Mehdi Torabi expirou após a entrada dos iranianos nos EUA para a partida contra a Nova Zelândia, em Los Angeles. Torabi atuou no banco de reservas no empate em 2 a 2.
Logo após o apito final, a delegação enfrentou outro contratempo: o capitão Mehdi Taremi e um integrante da comissão técnica ficaram retidos em um aeroporto norte-americano, o que atrasou o retorno à base em Tijuana, no México.
Apoio institucional
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, visitou o vestiário iraniano e ofereceu apoio à equipe, em meio a um cenário de incertezas que já marcava a preparação. O técnico Amir Ghalenoei criticou os obstáculos, afirmando que o Irã enfrenta dificuldades sem precedentes na Copa.
Contexto político
As dificuldades burocráticas estão associadas ao conflito entre Irã, EUA e Israel. Desde fevereiro, restrições de visto e deslocamento têm interferido na logística da seleção, que permanece na região até avançar no grupo. Um acordo de paz está previsto para assinatura na Suíça, no dia 19 de junho.
Preparação e logística
Antes do Mundial, o Irã mudou a base de treinos de Tucson para Tijuana, devido a dúvidas sobre autorizações de entrada nos EUA. Embora os jogadores tenham conseguido documentos, parte da equipe técnica teve pedidos negados, impactando a preparação.
Situação recente
Durante o torneio, a equipe manterá a base no México e só viajará aos EUA na véspera de cada jogo. A nota oficial da Federação explica que Torabi possuía visto para uma entrada, enquanto os demais tinham autorização para múltiplas entradas, o que gerou a expiração do visto após a partida.
Nota oficial e desdobramentos
O comunicado afirma que a Federação está trabalhando para conseguir novo visto para Torabi, para que ele possa acompanhar a seleção nas próximas partidas. O episódio continua a repercutir, em meio a dúvidas sobre logística e continuidade da equipe.
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