O torcedor Michel Kuka Mboladinga, conhecido por ficar imóvel como uma estátua nas arquibancadas da RD Congo, não esteve presente na estreia da seleção na Copa do Mundo. A popularidade vem da homenagem a Patrice Lumumba, repetida ao acompanhar o time.
A presença dele foi anunciada pelo governo local e pela FECOFA, que o integrou à delegação. O objetivo era manter a tradição de apoio diante da classificação histórica para o torneio mundial.
A ausência ocorreu em meio ao surto de Ebola que atingiu a região. Países sede unificaram protocolos com quarentena de 21 dias para quem vem da RD Congo, impactando a viagem da delegação. A entrada nos EUA ficou condicionada a esse tempo de quarentena.
Desde Belém? Não. A delegação saiu da RD Congo em direção aos EUA após cumprir a quarentena, com preparação em outubro? Em 21 de maio, a equipe realizou atividades em Bélgica, antes de seguir para os EUA.
A quaratena de 21 dias foi confirmada pelo governo congolense e pela Federação. Segundo o Ministro dos Esportes, Didier Bundimbu, a equipe deve estar presente no segundo jogo, em Guadalajara, México, já com o torcedor liberado para acompanhar a partida.
Antes da partida, Mboladinga postou um vídeo em Paris, repetindo a pose da estátua que o tornou famoso, demonstrando apoio ao time antes do início do jogo.
Surto de Ebola e operações de quarentena
Dados oficiais indicam 837 casos confirmados e 196 óbitos pela doença, o que gerou atenção da Organização Mundial da Saúde e exigiu medidas sanitárias rigorosas para deslocamentos internacionais.
Próximos passos da delegação
A expectativa é de que o torcedor permaneça integrado à delegação para os próximos jogos, conforme a confirmação do governo e da FECOFA. A equipe deve seguir para os EUA com a devida biossegurança e monitoramento.
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