Guilherme Martin, 33, partiu de Porto Alegre em março com um fusca para acompanhar a seleção brasileira na Copa do Mundo. O trajeto, que já ultrapassou 20 mil quilômetros pela América, ganhou fôlego extra com a rápida ampliação do roteiro até os Estados Unidos.
O projeto “Até de Fusca Nós Iremos” começou em 2024, quando o gaúcho decidiu seguir o Grêmio pela região. Em 2024, percorreu Argentina, Chile, Uruguai, Paraguai, Bolívia e Peru, além de quase todos os estados do Brasil, para ver jogos da equipe. Em 2026, manteve a ideia, agora conectada à Copa.
Trajeto atual e motivação
Martin saiu de Porto Alegre no início de março e cruzou fronteiras até chegar aos EUA em junho. Ele mantém a rota de ônibus ou carro quando possível, com apoio de hospedagens de amigos e seguidores em países como Chile, Colômbia, Panamá e Costa Rica. A viagem é financiada por economias próprias, vaquinha online e sorteios.
Desafios, custos e desdobramentos
A jornada não foi sem contratempos: fusca derrapou em reparos na Argentina, houve furtos na Colômbia, falhas nos freios no México e quatro dias parados no Panamá devido a problema na caixa de câmbio. Ao chegar aos EUA, houve vazamento de óleo, mas Martin já conseguiu ingressos para jogos do Brasil em Nova York, adquiridos como parte da torcida jovem do Grêmio.
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