O organizations FIFA determinou que os estádios da Copa do Mundo de 2026 devem remover ou ocultar marcas comerciais durante o torneio. A regra visa proteger os patrocinadores oficiais, impedindo a exposição de empresas com naming rights que não integrem o grupo de parceiros. Ao todo, 15 de 16 estádios contratados sofrem impacto.
A medida obriga a retirada ou cobertura de nomes e logotipos em estádios como MetLife Stadium, Gillette Stadium e AT&T Stadium, que passarão a ser identificados por denominações genéricas durante o Mundial. A regra está alinhada ao modelo de patrocínio da Fifa, que vende cotas exclusivas para marcas oficiais.
Diante da determinação, marcas afetadas reagiram nas redes. A Levi’s, que detém o naming rights do estádio de Santa Clara, nos EUA, cobriu o logotipo com um pano branco e alterou a foto de perfil para sinalizar a adaptação exigida. O estádio abriga o San Francisco 49ers.
A Gillette, que representa o estádio de Boston, também cobriu o nome, publicando conteúdo que remete à espuma de barbear. A reprodução do material gerou interação entre as empresas, com respostas diretas e humoradas entre as marcas.
Internamente, o processo levou à cobertura de logotipos no interior do Gillette Stadium, incluindo cadeiras, em ação que envolveu mais de 64 mil assentos, segundo a gestão local. A decisão busca reduzir associações não autorizadas durante transmissões.
O Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta, ficou fora da exigência de ocultação após negociação com a Fifa. A entidade avaliou que cobrir o logotipo no teto retrátil poderia gerar riscos estruturais e custos significativos.
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