A FIFA considera positivo que o jogo França x Iraque tenha ocorrido na data originalmente prevista, mesmo diante de longas paralisações por condições climáticas. A afirmação foi feita por Ana Paula Oliveira, no programa Fim de Papo, do Canal UOL.
Ela explicou como funciona o protocolo utilizado pela organização, que costuma prever intervalos de até 30 minutos para consultar segurança e meteorologia. No duelo citado, porém, o atraso ocorreu por causa de raios próximos ao estádio, o que estendeu o tempo de paralisação além do esperado.
Segundo a comentarista, o protocolo da FIFA é flexível quando há adversidades climáticas. Em situações normais, a pausa é de 30 minutos, com possibilidade de mais 30, resultando em até uma hora. No entanto, na Copa do Mundo, esse tempo pode exceder esse ponto.
A lógica da FIFA, segundo ela, é evitar que a partida seja transferida para o dia seguinte, o que afeta a tabela, a logística, o descanso dos atletas e os compromissos de transmissão e patrocinadores. O atraso de hoje reforça esse raciocínio.
A comentarista destacou que houve atraso de quase duas horas entre o fim do primeiro tempo e o reinício do segundo. A FIFA considera essencial que o jogo siga na data determinada, para não comprometer toda a organização do torneio.
Além disso, ela explicou que, em jogos simultâneos na última rodada de grupos, uma paralisação longa em uma partida não obriga a interrupção da outra. O segundo jogo pode seguir normalmente, mantendo o ritmo dos compromissos comerciais.
Análise dos comentaristas
Renan Teixeira avaliou que a França manteve o padrão de jogo mesmo com a espera, considerando a seleção uma candidata ao título. Segundo ele, a equipe atua de forma consistente independentemente do adversário.
Samir Carvalho apontou que o ritmo permaneceu próximo ao que houve antes e depois da pausa, atribuindo o placar à diferença técnica entre as seleções. Para o comentarista, a França manteve a intensidade e a qualidade durante a etapa adicional.
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