O Departamento de Segurança Interna (DHS) confirmou que a seleção do Irã poderá chegar a Seattle dois dias antes do seu último jogo da fase de grupos, contra o Egito. A medida mantém as regras de segurança, mas flexibiliza a chegada da equipe para a última partida do grupo. O Irã sairá de seu campo-base, em Tijuana, no México, na quarta-feira, 24 de junho.
A equipe liderada pelo técnico Amir Ghalenoei tem pressionado para chegar mais cedo aos Estados Unidos, argumentando que a restrição impacta o desempenho no campo. O Irã chegou a Los Angeles cerca de 24 horas antes do primeiro jogo e apenas 16 horas antes do segundo.
O Irã já deixou o país após as duas primeiras partidas, em um contexto de tensões entre o regime iraniano e o governo dos EUA. O time foi obrigado a mudar o campo-base de Tucson, no Arizona, para Tijuana na última hora, com parte da delegação impedida de obter vistos. Além disso, o bloco de ingressos para os torcedores foi cancelado e as famílias dos jogadores não acompanhavam a equipe.
Contexto e desdobramentos
A gestão de segurança afirma que as medidas permanecem inalteradas, com foco na proteção de jogadores, staff e fãs durante o torneio. Enquanto outros times costumam chegar e partir com menos restrições, a diferença no Irã resulta de questões políticas entre os governos dos dois países.
A equipe, apelidada Team Melli, tenta manter o ritmo competitivo mesmo diante das dificuldades administrativas. O treinador e jogadores destacaram expectativas de melhoria com a possibilidade de chegar a Seattle com antecedência para a última partida da fase de grupos.
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