A África voltará ao calendário da Fórmula 1 pela primeira vez neste século, após Ruanda fechar um acordo de dez anos para sediar um Grande Prêmio a partir do início da década de 2030.
O anúncio foi feito nesta terça-feira (13), em Kigali, com a presença do presidente ruandês, Paul Kagame, do diretor-executivo da Fórmula 1, Stefano Domenicali, e do presidente da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), Mohammed Ben Sulayem.
Circuito será construído para receber a F1
Ruanda apresentou a candidatura para sediar a corrida há dois anos. O projeto prevê uma pista de Grau 1, construída especificamente para receber a Fórmula 1, em Bugesera, a cerca de 40 quilômetros ao sul de Kigali.
🏎️Grau 1 é a classificação mais alta da FIA para circuitos de automobilismo. Uma pista com esse nível atende aos requisitos de estrutura e segurança necessários para receber uma corrida de Fórmula 1.
O circuito ficará próximo a um novo aeroporto internacional que está em construção na região. A previsão é de que o autódromo seja concluído no início da próxima década, quando o Grande Prêmio deverá entrar no calendário.
Durante o anúncio em Kigali, Domenicali classificou o acordo como um momento histórico para a Fórmula 1.
“Com Ruanda entrando no calendário a partir da próxima década, nosso esporte terá corridas em todos os continentes habitados, aproximando o campeonato mundial mais do que nunca dos fãs ao redor do mundo.”
Terceiro país africano a receber a F1
Ruanda será o terceiro país africano a receber uma etapa da Fórmula 1. Além da África do Sul, que sediou a última prova do continente em 1993, o campeonato também passou pelo Marrocos em 1958, nos arredores de Casablanca.
O novo circuito será construído em Bugesera, a cerca de 40 quilômetros ao sul de Kigali, e ficará próximo de um novo aeroporto internacional que está em construção na região.
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