Abel Ferreira garantiu na quarta-feira (21) sua quarta final de Copa Libertadores, depois que o Palmeiras eliminou o Fluminense nos pênaltis por 5 a 3, no Nubank Parque, em São Paulo. O português passa a dividir a segunda posição entre os treinadores com mais decisões do torneio desde 1960.
O recordista segue sendo o argentino Carlos Bianchi, com cinco finais e quatro títulos, conquistados pelo Vélez em 1994 e pelo Boca Juniors em 2000, 2001 e 2003.
Técnicos com mais finais de Libertadores:
- Carlos Bianchi (ARG), 5 finais: 1994 (campeão), 2000 (campeão), 2001 (campeão), 2003 (campeão) e 2004 (vice)
- Abel Ferreira (POR), 4 finais: 2020 (campeão), 2021 (campeão), 2025 (vice) e 2026 (finalista)
- Luiz Felipe Scolari (BRA), 4 finais: 1995 (campeão), 1999 (campeão), 2000 (vice) e 2022 (vice)
- Luis Cubilla (URU), 4 finais: 1979 (campeão), 1989 (vice), 1990 (campeão) e 1991 (vice)
- Roberto Scarone (URU), 4 finais: 1960 (campeão), 1961 (campeão), 1967 (vice) e 1972 (vice)
Se levantar a taça em novembro, Abel chega a três conquistas e empata com o argentino Osvaldo Zubeldía, tricampeão com o Estudiantes entre 1968 e 1970, na segunda posição entre os treinadores mais vencedores da competição.
A classificação levou o Palmeiras à oitava final de Libertadores de sua história, a maior marca entre os clubes brasileiros. O clube foi campeão em 1999, 2020 e 2021 e disputa decisões em anos seguidos pela terceira vez, após 1999 e 2000 e 2020 e 2021.
A final será em jogo único no dia 28 de novembro, um sábado, no Estádio Centenário, em Montevidéu, com horário ainda não definido pela Conmebol. O adversário sai de Flamengo e Estudiantes, que decidem a vaga nesta quinta-feira (22), às 21h30 (de Brasília), no Maracanã, após o empate sem gols em La Plata.
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