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Quantos países ainda vivem sob regimes ditatoriais

Levantamento aponta crise democrática global: 49 países vivem em ditaduras até 2018, com Turquia e Ucrânia como exemplos de retrocesso das liberdades

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Actualmente, 49 países no realizam eleições livres segundo o relatório de 2018 da Freedom House, ONG que monitora democracias. A organização aponta uma crise global, com saldo negativo de democracias pelo 12º ano seguido.

A Turquia e a Ucrânia são citadas como exemplos de erosão de liberdades, mesmo após períodos de estabilização democrática. O estudo analisa regimes que se classificam como autocracias, onde a oposição enfrenta obstáculos e eleições são cerceadas.

Cuba

Desde 1959, Cuba é gerida por um partido único, o Comunista. Miguel Díaz-Canel está à frente desde 2018. A imprensa não critica o governo e a eleição para presidente não ocorre com o formato convencional de multipartidarismo.

Rússia

Desde 1991, a Rússia é apresentada como República Socialista Federativa. Vladimir Putin acumula mandatos desde 2000, com controle sobre a imprensa e nomeação de governadores. Denúncias de fraudes surgem nas urnas recentes, segundo observadores.

China

Desde 1949, o país é descrito como Estado Comunista. Xi Jinping atua desde 2013, com poder centralizado e censura ampla. O Partido Comunista é o único com candidaturas viáveis; eleições não são plurais.

Egito

Desde 2013, o modelo é definido como indefinido. Abdel Fattah Al Sisi governa desde 2014. A Constituição foi suspensa após o golpe de 2013, e houve interrupção de eleições diretas recentes, com controles sobre a oposição.

Omã

Regido há mais de 260 anos pela mesma família, o Sultanato de Omã não possui Constituição. O sultão atual, Qaboos bin Said Al Said, está no poder desde 1970, mantendo regras baseadas em tradições e no islã.

Coreia do Norte

Desde 1948, a Coreia do Norte é descrita como Estado Comunista com liderança de Kim Jong Un desde 2011. O poder é centralizado no Partido e nas Forças Armadas, com isolamento econômico e social.

Contribuições e notas

O material cita ainda referências de Maurício Santoro, CIA eFreedom House para embasamento. A análise enfatiza o uso de termos técnicos para descrever regimes autocráticos e a ausência de eleições livres.

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