Os planos secretos de Israel para atacar o Irã foram antecipados por um fenômeno curioso: o aumento nos pedidos de pizza no Pentágono. Um relatório recente do *Pentagon Pizza Report* revelou que, uma hora antes das explosões em Teerã, houve um pico significativo nas solicitações de entrega de pizzas na região. Essa conta, que ganhou notoriedade na plataforma X, utiliza ferramentas de inteligência de código aberto para monitorar a atividade de restaurantes próximos ao Departamento de Defesa dos Estados Unidos.
A correlação entre pedidos de pizza e operações militares foi observada em momentos críticos. No último sábado, 21 de outubro, o tráfego de pedidos de pizza no *Papa John’s* aumentou antes dos ataques israelenses a instalações nucleares iranianas. Simultaneamente, o *Freddie’s Beach Bar*, conhecido por sua movimentação, registrou uma queda acentuada de clientes, um sinal de que algo estava prestes a acontecer.
O Contexto Histórico
Esse método de monitoramento não é novo. Durante a Guerra Fria, a KGB já utilizava o volume de entregas de pizza como um indicador de atividades governamentais nos EUA. O termo “Pizzint”, uma junção de pizza e inteligência, foi criado para descrever essa prática. Nos anos 1990, Frank Meeks, franqueado da Domino’s, notou picos de pedidos da CIA antes de eventos significativos, como a invasão do Kuwait.
Recentemente, em abril de 2022, um ataque massivo do Irã a Israel também foi precedido por um aumento nos pedidos de pizza na região do Pentágono. Capturas de tela de plataformas de entrega mostraram que pizzarias próximas estavam mais movimentadas do que o normal, reforçando a teoria de que a demanda por pizza pode ser um indicador de crises iminentes.
A necessidade de comida rápida durante emergências é um fator que contribui para essa correlação. Militares em situações de crise frequentemente precisam de refeições que sejam rápidas e reconfortantes, e a pizza se encaixa perfeitamente nesse perfil.
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