O conflito em Gaza ganhou nova dimensão com a solicitação do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para que Israel suspenda os bombardeios na região. A proposta surge após o Hamas manifestar disposição para aderir ao plano de paz de Trump, o que gerou reações positivas de líderes mundiais.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, descreveu a resposta do Hamas como “encorajadora”, destacando a importância de um cessar-fogo imediato e a libertação de reféns. Ela afirmou: “Este momento deve ser aproveitado”, enfatizando que a Europa apoiará todos os esforços para aliviar o sofrimento dos civis e promover a solução dos dois Estados.
O primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, também manifestou apoio, afirmando que a Austrália continuará a trabalhar em prol de uma solução justa e sustentável. “A Austrália saúda o progresso no plano do presidente Trump”, disse Albanese em uma postagem no X.
Reações Internacionais
Além disso, o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, elogiou a liderança de Trump e destacou a libertação de reféns como um avanço significativo. O primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, expressou que o país está pronto para apoiar a entrega de ajuda humanitária em Gaza e reiterou o compromisso com um Estado palestino viável.
O presidente da França, Emmanuel Macron, também enfatizou a necessidade de um cessar-fogo e a libertação de reféns, afirmando que “temos agora a oportunidade de avançar decisivamente rumo à paz”. Por sua vez, o chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, pediu que as ações para a paz sejam rápidas e eficazes.
Essas manifestações refletem um crescente consenso internacional sobre a urgência de um plano de paz que promova a estabilidade na região e atenda às necessidades humanitárias da população de Gaza.
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