O debate sobre IA entre Estados Unidos e China ganha novo contorno com declarações de Jensen Huang, CEO da Nvidia, e a negociação em torno da GAIN AI Act. Huang afirmou que a China está próxima de vencer a corrida pela IA, em meio a controvérsias sobre exportação de chips avançados. O episódio ocorre após o veto de Donald Trump à venda de chips Blackwell a China.
O governo dos EUA tem enfatizado a segurança nacional ao controlar exportações de tecnologia estratégica. A prioridade foi discutida durante a elaboração do pacote de defesa, em que a GAIN AI Act foi tema central, envolvendo a forma de fiscalização de vendas a países de preocupação.
Contexto
Como parte das disputas, Trump já havia dito que não permitiria o acesso aos chips mais avançados, enquanto a Casa Branca pressionava para limitar parcerias com fabricantes. A indústria de semicondutores reage ao risco de perder competitividade frente à China e a modelos de IA em expansão.
O que está em jogo
A GAIN AI Act propunha regras de aprovação mais rigorosas para exportações de chips à China, com prazo de avaliação de 30 dias e certificação do Departamento de Comércio de que a venda não prejudicaria concorrentes dos EUA. A medida enfrentou resistência de representantes republicanos e de alguns setores empresariais.
Desfecho e perspectivas
No embate entre interesses corporativos e segurança nacional, a Nvidia acabou por manter seus negócios com a China, e a GAIN AI Act não foi incluída no pacote de defesa. Huang reforçou, em declaração pública, que a China está nanosegundos atrás dos EUA na IA, ressaltando a importância de manter a liderança tecnológica.
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