A 61ª edição da Bienal de Veneza será aberta em 9 de maio de 2026 e segue até 22 de novembro, em diferentes espaços da cidade, incluindo Giardini e Arsenale. O eixo expositivo principal segue o plano curatorial da falecida Koyo Kouoh, que orienta a seleção e a organização das obras.
Diversos países já divulgaram suas equipes e artistas representativos. Entre os nomes confirmados estão Khaled Sabsabi, representando a Austrália, com organização de Michael Dagostino; Florentina Holzinger para a Áustria; Lavar Munroe e John Beadle para as Bahamas; e Miet Warlop para a Bélgica. A lista completa envolve dezenas de pavilhões em Veneza.
Participação internacional e locais
Brasil, Canadá, França, Alemanha, Itália e Japão aparecem entre os países com pavilões em Giardini ou Arsenale. O Brasil será representado por Rosana Paulino e Adriana Varejão, com organização da Fundação Bienal de São Paulo e dos ministérios de Relações Exteriores e da Cultura. Os espaços incluem Giardini e Arsenale, além de venues adicionais na cidade.
Além disso, o conjunto de artistas contempla representantes de países como México, Espanha, Reino Unido, China, Coreia do Sul, Estados Unidos e muitos outros. A organização informa que a lista atualizada envolve artistas, curadores nacionais e entidades culturais que coordenam a participação, bem como os locais de exposição.
Estrutura e próximos passos
A Bienal acontece em dois polos históricos, Giardini e Arsenale, além de espaços diversos ao redor de Veneza. Mantém o objetivo de apresentar a diversidade de tendências da arte contemporânea global, sob uma curadoria que revê temas, formatos e linguagens. A organização ainda não divulgou datas específicas para atividades paralelas, como visitas e eventos de imprensa.
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