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Clareza urgente sobre viés racial em reconhecimento facial policial no Reino Unido

Escritório do Comissário de Informação solicita resposta urgente ao Home Office sobre viés racial no reconhecimento facial policial; medidas regulatórias podem seguir

A facial recognition system deployed by the Metropolitan police at Oxford Circus on 13 May in London. Photograph: Leon Neal/Getty Images
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O ICO pediu ao Home Office esclarecimentos urgentes sobre viés racial na tecnologia de reconhecimento facial usada pela polícia, após testes do National Physical Laboratory (NPL). O objetivo é avaliar os próximos passos regulatórios.

O NPL revelou que o sistema tende a identificar erroneamente pessoas de determinados grupos demográficos com maior frequência. A amostra mostrou maior taxa de falsos positivos entre pretos e asiáticos, especialmente entre mulheres pretas.

O Home Office informou ter adquirido um novo algoritmo sem viés estatisticamente significativo e disse ter iniciado revisão com a polícia e reguladores. A atuação pode incluir ações para mitigar falhas e aperfeiçoar salvaguardas.

O que mudou

A ICO solicitou resposta rápida e possíveis medidas de fiscalização, incluindo ordem legal de interrupção do uso da tecnologia ou aplicação de multas. A autoridade também pediu avaliação de mitigadores.

Participação institucional

A revisão envolve a polícia, o inspectorate de policiamento e o regulador forense. As entidades devem verificar a eficácia das salvaguardas propostas e o impacto na confiança pública.

Contexto e próximos passos

As autoridades destacam que a expansão nacional da tecnologia, com câmeras em locais de grande circulação, exige salvaguardas adicionais. A discussão envolve equilíbrio entre auxílio à segurança e proteção de direitos.

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