Vários meses de tensão levaram a uma escalada militar dos EUA contra Venezuela, alvo da obsessão do governo de Donald Trump. Em meio a ameaças, houve envio de frota naval, bombardeios a supostas narcolanchas e ações de inteligência no Caribe e no Pacífico. A narrativa oficial alternou entre combate ao narcotráfico e derrubada do regime chavista.
A cada passo, autoridades e analistas discutiram a legalidade, os objetivos estratégicos e os impactos no petróleo venezuelano. O governo dos EUA justificou ações por suposta ligação entre narcotráfico e violência, enquanto indicava querer mudanças políticas no país caribenho.
A partir de agosto, o aparato militar cresceu, com vários navios e apoio terrestre. Em novembro, Trump sugeriu a possibilidade de mudanças de regime, enquanto a cooperação com a CIA ganhou papel central em operações no terreno venezuelano. Em dezembro, novas medidas restritivas e a interceptação de navios com petróleo passaram a compor a estratégia.
Explosões em Caracas e outras regiões, associadas a uma campanha de pressão, acompanharam o aumento de presença militar. O anúncio mais recente, ainda não verificado de forma independente, afirma captura de Maduro, levantando questões sobre o futuro político da Venezuela sob pressão externa.
A trajetória envolve exercícios de dissuasão, ataques limitados e uma nova fase com operações de drones contra instalações portuárias venezuelanas. A narrativa atual aponta para um choque entre o blocos apoiadores de Maduro e o governo dos EUA, com o petróleo no centro dos debates estratégicos.
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