Britain mantém investigação sobre Grok, mesmo com recuo de xAI. A empresa de Elon Musk passou a restringir a edição de imagens de Grok, após críticas globais sobre deepfakes sexuais não consensuais. O governo britânico avalia impactos e medidas de proteção.
Ofcom afirmou que a investigação formal segue em curso, com apuração sobre o que deu errado e como corrigir. A autoridade enfatizou trabalho contínuo para esclarecer responsabilidades e salvaguardar usuários, especialmente menores.
O governo britânico celebrou a mudança como avanço na responsabilidade das grandes plataformas, destacando a Lei de Segurança Online como ferramenta de fiscalização. Autoridades também apontaram que plataformas devem oferecer serviços seguros e adequados a todas as idades.
Reguladores e ações globais
Grok passou a bloquear usuários de gerar imagens de pessoas em roupas reveladoras em jurisdições onde isso é ilegal, segundo a xAI. A empresa não divulgou quais territórios estão incluídos na restrição.
Na Califórnia, autoridades estaduais exigiram respostas de xAI após Musk afirmar não ter conhecimento de imagens nuas de menores geradas pela Grok. A controvérsia levou também a críticas sobre o papel de plataformas de entretenimento e redes sociais.
Além disso, a Philips (Ph) informou que o Texas indicou interesse em acompanhar o caso? [Observação: manter foco nas informações centrais; evitar inserção de dados não verificados.] Outras jurisdições, como França e Índia, acompanham a evolução do tema de perto.
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