Donald Trump vai receber a líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, no The White House, para tratar do futuro do país após a captura de Nicolás Maduro. O encontro ocorre nesta semana, em Washington, em meio a negociações bilaterais sobre a gestão venezuelana.
Machado, prêmio Nobel da paz em 2025, foi preterida pela Casa Branca após a retirada de Maduro do poder. Washington reconhece Delcy Rodríguez, ex-vice-presidente, como líder interina, apesar das falas públicas de Trump sobre supervisão do processo.
A operação que levou Maduro a ser preso foi realizada por uma unidade militar de elite no início de janeiro, resultando na transferência dele para uma prisão em Nova York. A decisão desencadeou mudanças rápidas no governo de Caracas.
Félix Plasencia, embaixador venezuelano no Reino Unido e aliado próximo de Rodríguez, chega a Washington para encontros com autoridades norte‑americanas. A visita busca facilitar a reabertura da embaixada venezuelana e estreitar relações.
No front econômico, Trump anunciou acordo para envio de até 50 milhões de barris de petróleo aos EUA. Também assinou ordem para proteger receitas do petróleo venezuelano em contas sob controle norte‑americano.
Rodríguez inicialmente criticou a captura de Maduro, mas passou a colaborar com o governo dos EUA para consolidar o controle sobre as reservas e a estrutura do poder venezuelano. Detenções políticas chegam a ser liberadas, segundo fontes oficiais.
Machado mantém posição de oposição e já indicou disposição para liderar, caso haja eleições livres. Em entrevistas, ela ressaltou a intenção de disputar a presidência e agradeceu o apoio de Trump, citando o papel dele no cenário regional.
Entre na conversa da comunidade